Artigo publicado originalmente no Portal Disparada, em 30 de janeiro de 2022, por Cíntia Xavier e Daniel Albuquerque, de título original “Do suicídio ao resgate político da simbologia de Vargas, 67 anos depois”. Editado pela equipe d’ACPB em 27 de agosto de 2023.
O objetivo desta análise é compreender o contexto histórico do periódico impresso do Jornal Última Hora, de número 980, referente ao dia 25 de agosto de 1954, cobrindo diversos aspectos do suicídio do então presidente Getúlio Vargas.
Especialmente, a reação popular de trabalhadores, o tributo fúnebre dos intelectuais filiados ao conteúdo político-ideológico de seu governo e as impressões de jornais internacionais e de chefes de estado quanto à tragédia.
Com base nas publicações do jornal e na bibliografia selecionada, pretende-se argumentar sobre as intenções dos partidários de Vargas em construir um discurso a respeito do suicídio do presidente e de seus feitos, evidenciando uma relação entre cultura, política e memória. Por fim, objetivamos correlacionar a criação desse mito com o ressurgimento da simbologia e defesa do legado do presidente, 67 anos depois, no movimento estudantil.
O Jornal Última Hora, criado em junho de 1951, no Rio de Janeiro, pelo jornalista Samuel Wainer e dirigido por Danton Coelho e Bocayuva Cunha, foi um periódico impresso abertamente defensor do governo de Getúlio Vargas. Possuiu grande popularidade e circulação na cidade desde os seus primeiros anos(1).
O jornal era organizado peculiarmente para a época. De caráter popular, perceptíveis na diagramação e distribuição dos textos e comentários nas páginas, com muitas informações em uma linguagem direta e simples, além das posições políticas francamente expostas na linha editorial em matérias, reportagens, colunas, exceptuando os espaços para anúncios pagos.
Sua singularidade se deu por congregar práticas e métodos desenvolvidos ao longo dos anos anteriores na imprensa carioca, reunindo uma série de inovações, como fontes tipográficas chamativas e uma série de fotografias em páginas destacadas (Barbosa, 2007,p. 173).
O período foi fundado a partir de financiamento público e com o intuito de fazer concorrência às demais visões políticas de outros jornais sobre o projeto de Getúlio. Os mais tradicionais, relacionados a grupos familiares dominantes, e também jornais de fundação recente, como a Tribuna da Imprensa (Barbosa, 2007, p. 154, p. 171), criado em 1949 pelo jornalista e político Carlos Lacerda, árduo opositor desse projeto(2).
A linha editorial do UH consistia em uma série de matérias, notícias de fatos políticos (inter)nacionais, diários e interpretações formuladas por jornalistas sobre feitos, ideologia, aspirações e defesa do projeto nacional por meio de colunas e, outras vezes, mensagens diretas do presidente(3).
A rivalidade comercial e política com a Tribuna da Imprensa, um dos que mais possuía postura militante contra o projeto de Getúlio, é um exemplo do choque de distintos projetos e interesses que os grupos possuíam (Barbosa, 2007, p. 181), onde a partir de 1953(4) a pressão política da imprensa brasileira se intensificou.
O ano de 1951 também é o momento em que Getúlio iniciava seu primeiro mandato, eleito democraticamente, após o fim do Estado Novo. Com o fim da Segunda Guerra Mundial e com o início da Guerra Fria, a situação política no mundo havia se alterado. Na política interna, como é de costume, não foi diferente.
O período que contempla a experiência republicana e democrática de 1945 até 1964 é marcado por continuidades e rompimentos com o passado recente e fortes disputas ideológicas, bem como pelo fortalecimento dos partidos políticos e pela intensa participação trabalhadores na política (Gomes, 2018, p. 4).

De 1930 até 1945 Vargas se equilibrara sob diversas forças, como militares, igreja, oligarquias e, em menor escala, os trabalhadores. No entanto, havia ficado claro pouco antes de sua deposição — pactuada entre a classe dominante nacional, potências estrangeiras e militares — que Getúlio só poderia encontrar forças e apoio real em alguns de seus antigos e fiéis aliados políticos e nos trabalhadores. Estes, beneficiados com a Consolidação das Leis do Trabalho, e com outros dispositivos e políticas públicas executadas pelo Ministério do Trabalho.
O Partido Trabalhista Brasileira era, portanto, um espaço de atuação popular natural, formado pela união de trabalhadores, sindicalizados a partir da estrutura do Ministério do Trabalho, intelectuais como Alberto Pasqualini e aliados de Getúlio de longa data, que haviam participado da Revolução de 30, como Oswaldo Aranha (Bandeira, 1985,p. 20 – 24).
Apesar do forte discurso popular e nacionalista, bem como suas medidas econômicas de esquerda, a aliança entre Getúlio e a classe trabalhadora — embora garantiu a criação da Petrobrás e a Lei de Remessa de Lucros — foi dificultada pelos intensos ataques midiáticos, visando deslocar o mandatário de sua base de apoio. Esses ataques tiveram grande influência no isolamento vivido por Vargas nos últimos dias de seu governo (Sodré, 1975, p.8).
O suicídio em agosto de 1954 (tendo com estopim os desdobramentos do Atentado da Rua Tonelero), portanto, desencadearia novos fatos na relação entre o projeto de governo e ideologia e o trabalho de intérprete político e “emissário” que o Jornal Última Hora executava (Barbosa, 2007, p. 169).
A evidente convergência política e relação próxima entre presidente e fundador do jornal fez com que, no Rio de Janeiro, o Jornal Última Hora fosse primeiro a circular as últimas notícias sobre a morte de Getúlio.
A catarse na qual a população foi submetida se espalhou pelas ruas do país durante vários dias. Passeatas, comícios e cortejos foram realizados por trabalhadores.
No Rio de Janeiro, multidões incendiaram as sedes dos jornais, Tribuna da Imprensa e O Globo, impedindo a circulação do periódico do dia(5), e atiraram pedras no quartel-general da Aeronáutica e na Embaixada dos Estados Unidos, dado que Carlos Lacerda se refugiava no local(6).
Tais ações foram represálias políticas aos que, naquele momento, foram consideradas pelas massas em fúria, e pelo Jornal Última Hora, na edição de n.º 980, como as forças políticas culpadas pela perseguição ao projeto e, por fim, ao suicídio do presidente.
Em Minas, o Consulado dos Estados Unidos também foi depredado. Em São Paulo, ocorreu o desfile do silêncio até a Praça da Sé e trabalhadores organizaram comícios que responsabilizavam os inimigos dos interesses do povo brasileiro pela morte de Vargas.
As ruas de diversos lugares do país se mantiveram inquietas. Desmaios coletivos, desolação, colapsos nervosos e tentativa de suicídio foram registrados. Diversos manifestantes foram presos, entre eles, dirigentes sindicais que pretendiam organizar uma greve geral. Houve mortes, feridos e a suspensão de diversas atividades no país.

É preciso considerar o papel de intérprete político e mensageiro do Jornal Última Hora durante todo o segundo governo de Getúlio Vargas. Este foi responsável por esmiuçar, formular e repassar aos leitores o conteúdo dos feitos, justificativas políticas e históricas.
O Jornal Última Hora contribuiu com o processo de consolidação de uma cultura política, que decerto antecede a sua data de fundação e estende-se além de “mero sustentáculo de defesa do Estado Novo”, como aponta Ângela de Castro Gomes em A Invenção do Trabalhismo (2013) e Estado Novo — Ideologia e Poder (1982) — (Oliveira; Velloso; Gomes, 1982, p. 74).
Trata-se de uma cultura política ao entorno do símbolo de Vargas e do trabalhismo, que transcende seus feitos históricos e sua figura individual, reinterpretando e ressignificando-os a partir das lutas da classe trabalhadora das décadas seguintes ao suicídio. E, no caso desta análise, do movimento estudantil, 67 anos depois de seu suicídio.
As edições de n.º 978 (23 de agosto de 1954), 979 (24 de agosto de 1954) e n.º 980, a primeira após o suicídio e escolhida para a nossa presente análise, representam os momentos finais dessa interlocução entre presidente, jornal e público. Retratam um anseio político para que, através da compreensão da mensagem deixada na carta de testamento e da divulgação da catarse e do desespero que acometeu a população carioca, seu símbolo, legado político e história pudessem ser apropriados pelas massas que o apoiavam, em suas próximas lutas, por uma cultura política que reverbera, transforma-se e sobrevive ao longo das décadas.

Figuram na capa da edição de n.° 980 um pequeno texto resumindo como ocorreu a visitação pública ao velório de Getúlio Vargas, uma grande foto de um cidadão anônimo emocionado se despedindo do falecido, uma legenda narrando a fotografia, bem como a manchete “Último encontro do povo com o grande presidente morto”.
Toda a linguagem e a construção textual reforçam e estimulam o entendimento de que havia ocorrido um evento de grande magnitude para a história nacional. O suicídio de Vargas resultou em luto oficial em quase todos os países da América e reações em diversos países da Europa.
Na imprensa londrina, o Jornal The Times classificou-o como “campeão das massas”, “o homem que pela primeira vez na história do Brasil deu aos trabalhadores o direito de defenderem seus destinos”.
O jornal americano New York Herald Tribune o descreveu: “mesmo seus inimigos, invejosos que eram de sua penetração de espírito e de sua energia às vezes napoleônica, compreendiam muito bem que Vargas tinha identificado sua vida à sorte do Brasil”.
Chegaram condolências do presidente dos Estados Unidos, Eisenhower, estimando a perda dos familiares; em Cuba, fora decretado luto oficial de três dias; da Argentina, Peron enviou seus pêsames e em Santo Tomé, cidade argentina próximo a São Borja, houve profunda consternação.
No Uruguai, membros do Conselho do Governo prestaram tributo e decretaram luto, assim como no Chile. Na Colômbia, o diário liberal “El Tiempo” criticou a instabilidade política brasileira, “caótica a situação de um presidente eleito pelo povo, contra o qual está uma parte das forças armadas e que é defendido pela outra”.
No México, em artigo anterior ao suicídio do Vargas, o jornal Universal Gráfico pontuou que “lamentava a frequência das desordens políticas nas repúblicas latino-americanas, destacando que para essas desordens muito tem concorrido agentes estrangeiros ou nacionais a serviço do estrangeiro”.
Na ONU, o comitê de informações sobre os territórios não autônomos fez um minuto de silêncio em homenagem. Na página 2 da edição de n.º 980 há quatro blocos de textos, todos dedicados a discutir e anunciar o recente evento.
A diagramação da página permite-nos separar os conteúdos entre, do lado direito, um grande bloco com detalhes sobre a reação popular diante da notícia, de título “O último encontro do povo com o seu grande presidente morto”, com a aglomeração de horas em torno do Palácio do Catete de multidões em prantos paraver e homenagear o falecido, e, do lado esquerdo, um bloco contendo artigo assinado por Luiz G. M. Costa, de título “A última noite do presidente”, onde faz uma interpretação sobre a carta testamento, a conjuntura política do período e formula expectativas sobre como, devido a imensa repercussão, o propósito político do suicídio deveria impactar nos segmentos sociais que o apoiavam e estavam estupefatos pelo acontecimento.
Tal edição prima pela quantidade de informação textual, utilizando linguagem descritiva e diretamente emocional, com muitos textos pequenos divididos ao longo de uma mesma página, e muito material fotográfico, dispondo até mesmo de anúncios pagos homenageando o presidente Vargas.
Por sua linha editorial alinhada a Getúlio, foi o Última Hora um dos únicos jornais cariocas a circular livremente nas enormes manifestações de massa ocorridas em lamento ao suicídio de Getúlio Vargas. Tendo por isso, extenso material para divulgar sobre um fato que se tornaria um divisor de águas da política nacional, que teve influência direta nas edições após o suicídio, na construção mitológica e simbólica da cultura política do trabalhismo e do evento tratado como “o supremo sacrifício de Getúlio Vargas”.

A análise desse artigo considera que, dada a relação próxima entre Getúlio Vargas e Jornal Última Hora, este contribuiu, durante o segundo mandato de Getúlio (1951 – 1954), para sustentá-lo ideologicamente, fortalecendo a cultura política em torno do símbolo do presidente e do trabalhismo, interpretando-o e disseminando seus ideais para a população.
Nesse sentido, o suicídio, tal como fora abordado pelo Jornal Última Hora nas sedições 978, 979 e 980, especialmente a última, representa o ápice dessa relação político-ideológica entre presidente, jornal e classe trabalhadora e um dos instrumentos que, nas primeiras horas após o suicídio de Getúlio, fora utilizado para interpretar e, mais uma vez, disseminar a sua interpretação sobre qual era o peso daquele ato, as consequências para a vida política brasileira e as expectativas quanto a possibilidade de que sua simbologia pudesse ser ressignificada pelos movimentos operários e intelectuais partidários de seu legado, como bem aborda Ângela de Castro Gomes, em artigo de título “Brizola e o Trabalhismo”, publicado em 2004 na Revista Anos 90 do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul:
“Funerais, como os antropólogos advertem-nos com fartura, são rituais estratégicos, plenos de significados religiosos e também, em episódios específicos, políticos. No caso da morte de figuras políticas, os funerais costumam se tornar um momento de consagração de suas vidas. Trata-se da ocasião em que, morto o corpo, a alma torna-se imortal, como imortais tornam-se alguns de seus “feitos”, selecionados e ressignificados pela memória, poderosa força que permite “que se saia da vida para entrar na história””(GOMES, 2004, p. 12 – 13).
Somente por uma cultura política, a saber, cultivada, transformada e ressignificada através dos tempos é que se é possível articular todo o legado e mitologia criada em torno de Vargas — cujo Jornal Última Hora, foco especial dessa análise, foi um de seus últimos instrumentos em vida — e sua relação com o desenvolvimento do trabalhismo, como ideologia e cultura política própria, que ainda impacta a vida nacional e política do Brasil (Oliveira; Velloso; Gomes, 1982, p. 10) (GOMES, 2005, p. 24).

A partir de tal cultura que transcende a história é possível selecionar e articular os elementos mais importantes do passado, julgá-los com a régua de quem se apropria deles, para interpretá-los conforme as urgências políticos do momento histórico em que se vive, tal como descreve o filósofo alemão Walter Benjamin em sua tese de número VI sobre o conceito de história, onde estabelece uma crítica a concepção positivista e historicista da historiografia, a saber:
“Articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “tal como ele propriamente foi”: significa apoderar-se de uma lembrança tal como ela lampeja num instante de perigo. Importa ao materialismo histórico capturar uma imagem do passado como ela inesperadamente se coloca para o sujeito histórico no instante do perigo. O perigo ameaça tanto o conteúdo da tradição quanto os seus destinatários. Para ambos o perigo é único e o mesmo: deixar-se transformar em instrumento da classe dominante. Em cada época é preciso tentar arrancar a transmissão da tradição ao conformismo que está na iminência de subjugá-la.[…]” (LOWY, 2005,p. 65)
Argumentamos que através dessa cultura política ressignificada, transformada e viva foi possível para os movimentos e políticos que se consideram herdeiros do legado de Getúlio Vargas e do trabalhismo — alguns destes figuras de importante lugar na história brasileira, como o ex-presidente João Goulart e o ex-governador Leonel Brizola — sobreviverem através das décadas.
Sua sobrevivência está atrelada, portanto, aos dilemas econômicos e políticos que o Brasil enfrenta, que tanto perpetuam-se quanto se alteram conforme os tempos.
Em julho de 2021, conforme matéria online publicada no Jornal O Globo, de título “Manifestantes voltam às ruas por impeachment de Bolsonaro e rapidez na vacinação”(7), manifestantes de diversos segmentos da população foram às ruas de várias regiões do país protestar contra o governo de Jair Bolsonaro, responsabilizando-o pela péssima condução sanitária durante a pandemia do novo coronavírus, pelas mais de quinhentas mil mortes em decorrência da doença e cobrando celeridade na vacinação da população brasileira.
Em todo caso, as razões para tais manifestações não se restringiram apenas à pandemia, mas também estão relacionadas à gradual deterioração nas condições de vida da população brasileira, com o desmantelamento das leis trabalhistas, as reformas regressivas feitas na previdência social, e ao processo de privatização de estruturas do Estado e dos serviços públicos.
Nota-se que muitas dessas pautas estão diretamente relacionadas com o processo iniciado na vida política brasileira em 1930. Sessenta e sete anos depois do suicídio de Getúlio Vargas, voltava a ser a exibida, talvez em uma das poucas vezes na história recente das manifestações de ruas, uma bandeira de Getúlio.
Fato curioso é que tal ressurgimento tenha se dado, justamente, em São Paulo, uma das grandes cidades que não possuem uma grande via pública nomeada em homenagem ao presidente e que tem em sua história a defesa da Revolta Paulista de1932, que se erigiu contra o novo governo e contra os valores que este cultivava.
A bandeira foi erguida por manifestantes oriundos do movimento estudantil que, segundo matéria do Jornal O Globo, afirmaram que a presença da bandeira tratava-se de uma retomada política da simbologia trabalhista nas ruas.
Por fim, esse resgate político não pode ser entendido meramente como uma defesa acrítica do indivíduo Vargas, mas como uma apropriação dos feitos que seu símbolo representa — e que não podem ser considerados frutos apenas deste, mas de sua relação, por vezes conflituosa e imbricada, com a classe trabalhadora brasileira durante seus governos — e que se trata de uma forma de obter de tal símbolo as suas características mais positivas, a partir das contradições do presente e de uma seleção que considera o grau do impacto positivo para a classe trabalhadora.
Além disso, tal resgate tem a ver com uma apropriação e transformação da cultura política do trabalhismo brasileiro, considerando sua própria história e seu desenvolvimento teórico para impulsionar no século XXI uma cultura política tributária deste legado, consciente do papel que sua mitologia tem para a cultura política brasileira, e captar as aspirações presentes em setores diversos da sociedade por uma radical e sólida transformação social.

Notas:
- Cf. Alzira Alves de ABREU et al (coords.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro –Pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC, 2010. In: <https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/biografias/samuel_wainer>
- Cf. Alzira Alves de ABREU et al (coords.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – Pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC, 2010. In: <https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/artigos/EleVoltou/RelacaoImprensa>
- Cf. Alzira Alves de ABREU et al (coords.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – Pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC, 2010. In: <https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/biografias/samuel_wainer>
- Cf. Alzira Alves de ABREU et al (coords.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – Pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC, 2010. In: <https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/artigos/EleVoltou/RelacaoImprensa>
- Idem.
- Castro, Júlia Kern. “Motins causados pelo suicídio de Getúlio Vargas”. Rio Memórias. Projeto República (UFMG). In: <https://riomemorias.com.br/memoria/motins-de-suicidio-de-getulio-vargas/>
- Jornal O Globo. “Manifestantes voltam às ruas por impeachment de Bolsonaro e rapidez na vacinação”. 03 de julho de 2021. In: <https://outline.com/VpPHSz>
Bibliografia:
Bandeira, Moniz. Trabalhismo e Socialismo no Brasil. Global Editora. São Paulo. 1985.
Barbosa, Marialva. História Cultural da Imprensa. Brasil: 1900 – 2000. Mauad X. 2ª Ed. Rio de Janeiro. 2007.
Castro, Júlia Kern. “Motins causados pelo suicídio de Getúlio Vargas”. Rio Memórias. Projeto República (UFMG). In: https://riomemorias.com.br/memoria/motins-de-suicidio-de-getulio-vargas/. Acesso em: 24/01/2022.
Cf. Alzira Alves de ABREU et al (coords.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – Pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC, 2010. In:<https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/biografias/samuel_wainer> Acesso em: 24/01/2022.
Cf. Alzira Alves de ABREU et al (coords.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – Pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC, 2010. In: <https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/artigos/EleVoltou/RelacaoImprensa> Acesso em: 24/01/2022.
Gomes, Ângela de Castro; Ferreira, Jorge. (2019) 2021. “Brasil, 1945-1964: Uma Democracia Representativa em Consolidação“. Locus: Revista De História 24 (2). In: <https://doi.org/10.34019/2594-8296.2018.v24.20880>.
Gomes, Ângela de Castro. “Brizola e o Trabalhismo”. Revista Anos 90. Volume 11. n. 19/20. UFRGS. Rio Grande do Sul. 2004. In: <https://pdfs.semanticscholar.org/1084/398af38d68d08d41d62d6740d635897e94a2.pdf>
Gomes, Ângela de Castro. A invenção do Trabalhismo. 3ª Ed. FGV Editora. Rio de Janeiro. 2005.
Lowy, Michael. Walter Benjamin: Avisos de Incêndio. Uma leitura das teses “Sobre o conceito de história”. Trad. Wanda Nogueira, Caldeira Brant, Jeanne Marie Gagnebin, Marcos Lutz Muller. Boitempo Editorial. São Paulo. 2005.
Oliveira, Lúcia. Velloso, Mônica; Gomes, Ângela. Estado Novo – Ideologia e Poder. Zahar Editores. Rio de Janeiro. 1982.
Sodré, Nelson Werneck. A Época de Vargas. Revista Ensaios de Opinião. Editora Inúbia. 1975. In: <http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1359307/mss1359307.pdf>
Jornal O Globo. “Manifestantes voltam às ruas por impeachment de Bolsonaro e rapidez na vacinação”. 03 de julho de 2021. In: <https://outline.com/VpPHSz>. Acesso em: 24/01/2022.
Jornal Última Hora. Edição 00978, 1954. In: <http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=386030&pagfis=20210>. Acesso em: 24/01/2022.
