[BERNARDO BRANDÃO] Getúlio: A vida, a morte e o grito de um povo

Bernardo Brandão, Secretário de Formação Política, Ação Popular Revolucionária – RJ, Movimento Comunitário Trabalhista – RJ Capital. No dia 24 de agosto de 1954, sob intensa crise, Getúlio Vargas atirou contra o próprio coração. Oswaldo Aranha, aliado político de longa data, ofereceu uma carnificina em solidariedade. Resistiriam o presidente e algumas dezenas de corajosos. AContinuar lendo “[BERNARDO BRANDÃO] Getúlio: A vida, a morte e o grito de um povo”

[ARTIGO] Sobre a construção de uma utopia trabalhista-comunista no Brasil

Uma reflexão sobre o caminho brasileiro para o socialismo. Cíntia Xavier D., Secretária de Relações Internacionais, Ação Popular Revolucionária. Para guiar-nos no presente e entender como as atuais dinâmicas econômicas e políticas impactam nosso país, é essencial conhecermos nossa própria história. Conhecer a própria história é, por sua vez, conhecer a história da formação socialContinuar lendo “[ARTIGO] Sobre a construção de uma utopia trabalhista-comunista no Brasil”

CULTURA POLÍTICA E MEMÓRIA. Do suicídio ao resgate político da simbologia de Vargas, 69 anos depois.

O objetivo desta análise é compreender o contexto histórico do periódico impresso do Jornal Última Hora, de número 980, referente ao dia 25 de agosto de 1954, cobrindo diversos aspectos do suicídio do então presidente Getúlio Vargas. Especialmente, a reação popular de trabalhadores, o tributo fúnebre dos intelectuais filiados ao conteúdo político-ideológico de seu governo e as impressões de jornais internacionais e de chefes de estado quanto à tragédia.

BRIZOLA e os COMANDOS POPULARES: a organização da classe trabalhadora no contexto pré-golpe de 1964

Trata-se de compreender a criação do Grupo dos 11 (Comandos Populares ou Comandos Nacionalistas) entre 1963 – 1964 como parte da estratégia de atuação extra-parlamentar do então deputado federal Leonel Brizola (1963 – 1964) para conseguir apoio e a organização das massas a favor da aprovação das reformas de base do governo João Goulart (1961 – 1964) e — em vista da conjuntura política da época — para a resistência efetiva a ameaça de golpe militar.

Vargas: Discurso da II Convenção do Partido Trabalhista Brasileiro, 1947.

Trabalhadores do Brasil, estamos no limiar de uma nova era e precisamos concentrar todas as energias da inteligência e da ação para nos anteciparmos aos fenômenos que transformarão o ritmo da vida dos homens, dos povos e das nações. Depois de uma guerra que exigiu supremos sacrifícios, a humanidade ainda hesita entre o passado e o futuro, detendo-se na contemplação das ruínas e incerta em face dos novos valores. A paz ainda não desceu sobre os homens.