[MARCOS ANDRÉ] Guitarras de Aço, Punhos Operários: Black Sabbath e a Forja Proletária do Heavy Metal

Marcos André, Presidente da Ação Popular Revolucionária, Rio de Janeiro. Nesta publicação especial, voltada a quem ergue a bandeira da soberania popular e da emancipação da classe trabalhadora, apresentamos a versão revisada da primeira parte da monografia do presidente da Ação Popular Revolucionária do Rio de Janeiro, Marcos André, dedicada à arte insurgente do blackContinuar lendo “[MARCOS ANDRÉ] Guitarras de Aço, Punhos Operários: Black Sabbath e a Forja Proletária do Heavy Metal”

[ARTIGO] TRABALHISMO E HEGEMONIA: A NOSSA ESTRATÉGIA PARA A VITÓRIA!

Por: Equipe da A Coisa Pública Brasileira A equipe da revista A Coisa Pública Brasileira traz para o público a reprodução da tese originalmente publicada na Tribuna Trabalhista da Fundação Leonel Brizola/Alberto Pasqualini, escrita pelo camarada Daniel Albuquerque Abramo e defendida pela APR como tese no grupo de trabalho de organização e comunicação partidária naContinuar lendo “[ARTIGO] TRABALHISMO E HEGEMONIA: A NOSSA ESTRATÉGIA PARA A VITÓRIA!”

[ARTIGO] Sobre a construção de uma utopia trabalhista-comunista no Brasil

Uma reflexão sobre o caminho brasileiro para o socialismo. Cíntia Xavier D., Secretária de Relações Internacionais, Ação Popular Revolucionária. Para guiar-nos no presente e entender como as atuais dinâmicas econômicas e políticas impactam nosso país, é essencial conhecermos nossa própria história. Conhecer a própria história é, por sua vez, conhecer a história da formação socialContinuar lendo “[ARTIGO] Sobre a construção de uma utopia trabalhista-comunista no Brasil”

REVOLUÇÃO BRASILEIRA, SOCIALISMO E TRADIÇÃO NACIONAL — Uma análise sobre Mariátegui.

A interconexão entre tradição, socialismo, e revolução representa uma força criativa e renovadora na história. Seu principal instrumento e agente histórico é a classe trabalhadora. Essa relação é, portanto, antagônica ao movimento reacionário que visa congelar a tradição, deturpando sua razão de ser e restringindo a história e a cultura “oficial” à narrativa e aos elementos da classe dominante.

CULTURA POLÍTICA E MEMÓRIA. Do suicídio ao resgate político da simbologia de Vargas, 69 anos depois.

O objetivo desta análise é compreender o contexto histórico do periódico impresso do Jornal Última Hora, de número 980, referente ao dia 25 de agosto de 1954, cobrindo diversos aspectos do suicídio do então presidente Getúlio Vargas. Especialmente, a reação popular de trabalhadores, o tributo fúnebre dos intelectuais filiados ao conteúdo político-ideológico de seu governo e as impressões de jornais internacionais e de chefes de estado quanto à tragédia.

CAMINHOS DE AÇÃO TRABALHISTA — Uma estratégia para o Trabalhismo Revolucionário tomar a vanguarda do movimento trabalhista.

O movimento trabalhista brasileiro encontra-se em um momento crítico de sua história. Esta tradição política genuinamente brasileira vivencia uma experiência de “ressurreição” cativante.

Mariátegui e a heterodoxia da tradição e a tradição nacional.

Escrevi ao final do meu último artigo, “A reivindicação de Jorge Manrique”: com sua poesia tem a ver a tradição, mas não os tradicionalistas. Porque a tradição é contra o que desejam os tradicionalistas: viva e em movimento. Criam-na os que a negam para renová-la e enriquecê-la. Matam-na os que a querem morta e imóvel, como extensão de um passado presente sem forças, para incorporar nela seu espírito e seu sangue.

ESCRITOS SOBRE A TEORIA POLÍTICA PARA O TRABALHISMO BRASILEIRO DO SÉCULO XXI — Uma coletânea de artigos sobre o desenvolvimento do trabalhismo brasileiro e do movimento socialista no Brasil.

Publicamos, 17 de abril de 2022, um dia de Páscoa, nosso primeiro livro. Este que é fruto de um extenso trabalho coletivo que vem de longe. Desde 2017 nos esforçamos, seja através do trabalho do Núcleo de base Caminho Brasileiro para o Socialismo e da equipe da A coisa pública brasileira, junto de seus colaboradoresContinuar lendo “ESCRITOS SOBRE A TEORIA POLÍTICA PARA O TRABALHISMO BRASILEIRO DO SÉCULO XXI — Uma coletânea de artigos sobre o desenvolvimento do trabalhismo brasileiro e do movimento socialista no Brasil.”

Síntese de História da Cultura Brasileira, Nelson Werneck Sodré, 1983. Parte II. “2ª fase”.

Entre as peculiaridades do desenvolvimento histórico brasileiro, está o surgimento precoce de uma “camada intermediária entre a classe dos senhores (de escravos e/ou de servos) e a classe dos escravos e/ou dos servos, isto é, o aparecimento da pequeno burguesia antes do aparecimento da burguesia”. Tal processo foi uma tendência em países e regiões cujo o desenvolvimento das relações capitalistas deu-se de forma tardia, e os elementos pré-capitalistas persistiram por mais tempo.