[CINTIA XAVIER] Venezuela: o que muda com a ameaça de bloqueio do espaço aéreo

No sábado, 29 de novembro, Donald Trump escreveu avisando “companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e de pessoas” que, a partir de agora, devem considerar o espaço aéreo venezuelano e seus arredores totalmente fechados, em mais uma etapa de uma campanha militar que vinha esquentando o Caribe e o Pacífico. Oito dias antes, em 21Continuar lendo “[CINTIA XAVIER] Venezuela: o que muda com a ameaça de bloqueio do espaço aéreo”

[BRENO FROSSARD] Da Reforma à libertação: religião e luta de classes da Alemanha do século XVI ao Brasil

Breno Frossard, Presidente de Honra, Ação Popular Revolucionária. INTRODUÇÃO CRÍTICA: O LÓCUS DA RELIGIÃO NA DIALÉTICA MATERIALISTA A Reforma Protestante do século XVI, frequentemente estudada sob a ótica da teologia ou da historiografia tradicional, adquire uma dimensão radicalmente distinta quando analisada através da lente do materialismo histórico-dialético. Nesta perspectiva, a Reforma não é concebida primariamenteContinuar lendo “[BRENO FROSSARD] Da Reforma à libertação: religião e luta de classes da Alemanha do século XVI ao Brasil”

[BRENO FROSSARD] Norberto Schwantes: O pastor luterano trabalhista.

Breno Frossard, Presidente de Honra, Ação Popular Revolucionária. O PDT é um partido com história. E toda história tem seus heróis. Boa parte dos nossos heróis nós sabemos de cor, mas o texto de hoje é sobre um herói pouco lembrado na nossa trajetória, o pastor Norberto Schwantes. Todos os relatos dessa história são tiradosContinuar lendo “[BRENO FROSSARD] Norberto Schwantes: O pastor luterano trabalhista.”

[MARCOS ANDRÉ] Guitarras de Aço, Punhos Operários: Black Sabbath e a Forja Proletária do Heavy Metal

Marcos André, Presidente da Ação Popular Revolucionária, Rio de Janeiro. Nesta publicação especial, voltada a quem ergue a bandeira da soberania popular e da emancipação da classe trabalhadora, apresentamos a versão revisada da primeira parte da monografia do presidente da Ação Popular Revolucionária do Rio de Janeiro, Marcos André, dedicada à arte insurgente do blackContinuar lendo “[MARCOS ANDRÉ] Guitarras de Aço, Punhos Operários: Black Sabbath e a Forja Proletária do Heavy Metal”

[LEANDRO ANGELO] Militarização da Educação: O velho projeto de silenciar a escola

Leandro Angelo, Ação Popular Revolucionária, Minas Gerais. O governo de Minas Gerais avança, mais uma vez, contra a educação pública, após dar continuidade ao processo de municipalização das escolas estaduais e iniciar o de privatização — sofrendo, contudo, derrotas em ambas as frentes. O governador Romeu Zema (NOVO), em seu desprezo pela educação e porContinuar lendo “[LEANDRO ANGELO] Militarização da Educação: O velho projeto de silenciar a escola”

[BERNARDO BRANDÃO] Getúlio: A vida, a morte e o grito de um povo

Bernardo Brandão, Secretário de Formação Política, Ação Popular Revolucionária – RJ, Movimento Comunitário Trabalhista – RJ Capital. No dia 24 de agosto de 1954, sob intensa crise, Getúlio Vargas atirou contra o próprio coração. Oswaldo Aranha, aliado político de longa data, ofereceu uma carnificina em solidariedade. Resistiriam o presidente e algumas dezenas de corajosos. AContinuar lendo “[BERNARDO BRANDÃO] Getúlio: A vida, a morte e o grito de um povo”

[MATHEUS SOUZA] A escravidão no Brasil nunca acabou: O lucro da exploração humana.

Matheus Souza Secretário de Relações Institucionais Ação Popular Revolucionária – RJ Sempre nos é ensinado desde os tempos de escola que a escravidão acabou no mundo. No Brasil, foi criado um imaginário popular onde a benevolência da princesa Isabel libertou os negros da escravidão. Vale ser ressaltado que a escravidão, em termos legislativos e jurídicos,Continuar lendo “[MATHEUS SOUZA] A escravidão no Brasil nunca acabou: O lucro da exploração humana.”

[GRAMSCI] Socialistas e Fascistas.

A equipe da revista A Coisa Pública Brasileira traz para seu público o texto de título “Socialismo e Fascismo”, escrito por António Gramsci, célebre intelectual italiano, árduo defensor do socialismo científico, no ano de 1921.

Optamos por colocar esse texto em nosso site, pois retrata e relata um contexto muito similar ao que vivemos no Brasil nos tempos atuais. Onde uma extrema-direita militarista avança em sua concepção de contrarrevolução preventiva e a esquerda social-liberal, hegemônica enquanto representante da esquerda institucional, aceita vacilante sua derrota provando que é possível vencer a eleição e perder o poder e prestígio ao mesmo tempo.