[MONIZ BANDEIRA] O governo Goulart, a política externa independente e os reflexos do aguçamento das lutas sociais sobre as relações com os Estados Unidos, 2013.

Trecho retirado do livro “Brasil-Estados Unidos – A Rivalidade Emergente”, publicado em 2013, e escrito pelo célebre historiador, cientista político, especialista em relações internacionais, e militante marxista, Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira: AS NECESSIDADES NACIONAIS E A POLÍTICA EXTERNA INDEPENDENTE: Os serviços de inteligência dos Estados Unidos avaliaram que a crise constitucional, desencadeada pelaContinuar lendo “[MONIZ BANDEIRA] O governo Goulart, a política externa independente e os reflexos do aguçamento das lutas sociais sobre as relações com os Estados Unidos, 2013.”

[ENTREVISTA] Comprovadas acusações feitas por Moniz Bandeira em 2016: Sobre a Lava-Jato e sua relação com os EUA.

Diálogos de Moro recém divulgados pelo STF comprovam as acusações de Moniz Bandeira em entrevista concedida ao jornalista Eduardo Miranda, originalmente publicada no Jornal do Brasil em 2016 : “Moro e Janot atuam com os Estados Unidos contra o Brasil” Respeitado pela vasta obra em que disseca o poderio dos Estados Unidos a partir doContinuar lendo “[ENTREVISTA] Comprovadas acusações feitas por Moniz Bandeira em 2016: Sobre a Lava-Jato e sua relação com os EUA.”

[ARTIGO] Sobre a descentralização da produção e a relação entre política e ideologia:

Artigo de Daniel Albuquerque Abramo, publicado originalmente no Medium, e cedido para a redação d’A Coisa Pública Brasileira. A descentralização da produção, o desenvolvimento de novas tecnologias e a intensificação do processo de substituição da mão de obra humana: Desde o processo gradual de implementação do credo neoliberal no velho continente, ocorreram transformações relativas a aContinuar lendo “[ARTIGO] Sobre a descentralização da produção e a relação entre política e ideologia:”

* [NELSON WERNECK SODRÉ] Raízes históricas do Nacionalismo Brasileiro, 1959.

“Só os fenômenos cuja grandeza se traduz por semelhante generalidade e profundidade podem tornar-se divisores de águas. O Nacionalismo, no Brasil, atingiu tal magnitude. Cumpre, pois, analisar as suas raízes, uma vez que, na vida das coletividades, nada acontece por acaso, tudo tem o seu momento próprio e decorre de condições concretas.”

[ARTIGO] Como os senhores de terra tomaram o poder. Breve histórico da dupla dependência brasileira.

Após a Guerra do Paraguai, de 1864 a março de 1870, o Império Brasileiro ganhou um novo e relevante agente em seu jogo político interno. Antes desta guerra, Dom Pedro I e Dom Pedro II se mostraram relutantes quanto ao investimento nas Forças Armadas do Brasil.

[MILTON SANTOS] A globalização, do outro lado do globo, 1995.

“A globalização é o estágio supremo da internacionalização. O processo de intercâmbio entre países, que marcou o desenvolvimento do capitalismo desde o período mercantil dos séculos 17 e 18, expande-se com a industrialização, ganha novas bases com a grande indústria, nos fins do século 19, e, agora, adquire mais intensidade, mais amplitude e novas feições. O mundo inteiro torna-se envolvido em todo tipo de troca: técnica, comercial, financeira, cultural.”

[JOÃO GOULART] Comício das Reformas, 1964.

Trecho extraído da íntegra do discurso histórico proferido pelo Presidente João Goulart no dia 13 de março de 1964, na Praça da República, em frente à estação Central do Brasil. Cerca de 150 a 200 mil trabalhadores(as) participavam do comício, ao lado do Governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola.

Geopolítica e desenvolvimento sócio-econômico: PIB brasileiro e precária distribuição de renda.

Segundo dados do Banco Mundial, como mostra a imagem acima, em 2017, mesmo após uma grave crise econômica, o encolhido PIB brasileiro ainda representava cerca de 2,39% do PIB mundial, ficando à frente, no mesmo indicador, de outros países de grande extensão territorial como Canadá, Suécia, Rússia e Austrália. O que isso pode representar e o que podemos tirar dessas informações para estimular o debate público?

[NELSON WERNECK SODRÉ] “A farsa do neoliberalismo”, 1995.

“Fernando Collor foi uma espécie de Jânio mais jovem, mais audacioso e sem compromissos partidários, sem base política aparentemente nas forças organizadas, candidato avulso, com a singularidade de sua audaciosa proposta. Como o seu antecessor em política, propunha-se a acabar com a corrupção e, para início da tarefa, a combater a inflação.”