Não tem sido puro acaso a difusão, entre nós, de conceitos como populismo e totalitarismo, que ganharam espaço em estudos acadêmicos e passaram à linguagem comum. Um dos aspectos mais curiosos da luta ideológicas, realmente, é aquele ligado à confusão conceitual. Ela faz passar como verdades indiscutíveis falsidades transparentes, que não resistem à menor análise.
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Sobre o movimento socialista brasileiro no início da República.
Os imigrantes, trabalhadores, foram para as fazendas vender a força de trabalho e mais e mais chegavam da Itália e outros países, a aumentar o exército de reserva, subsidiados pelo governo do Brasil. E o espírito avarento do capitalismo, emergente nos fazendeiros de café, adensou e lhes robusteceu a cultura escravocrata. A todos os procedimentos recorriam para reduzir o salário dos colonos, trabalhadores rurais, e apropriar-se do maior excedente econômico possível.
Sobre o início do movimento socialista no Brasil.
Àquele tempo, ao iniciar a década de 1870, a classe operária ainda não se formara no Brasil, um país que contava com 15,24% de escravos em uma população da ordem de 10 milhões de pessoas, das quais 3,8% eram imigrantes europeus, segundo um censo realizado em 1872. A abolição da escravatura era, portanto, o que a configurava como grave questão social. Porém, a estrutura econômica e social do Brasil estava, então, a mudar.
Pequeno guia: Sobre como organizar movimentos de massa.
A relação entre tática e estratégia é algo muito debatido em manuais militares, desde o teórico chinês Sun Tzu, até o germânico Clausewitz, bem como em livros de xadrez e outros jogos milenares que simulam a arte da guerra.
Trabalhismo e Revolução: Sobre a necessidade histórica de uma teoria revolucionária para o socialismo brasileiro do século XXI.
A atual situação da República Federativa do Brasil é tenebrosa e incerta. Após um longo período de 21 anos de Ditadura-Militar, que cumpriu a função-lógica de disciplinar e reprimir a classe trabalhadora brasileira sob o consenso do acordo submisso de nossa classe dominante interna com as potências do ocidente geopolítico e corporações internacionais, num contexto de “Guerra-Fria” entre os dois polos econômico-sociais do globo, o presente parece seguir rumo similar, ainda que, em diferente contexto, e reservado a cada um as suas particularidades históricas.
Comício das Reformas, 1964.
Trecho extraído da íntegra do discurso histórico proferido pelo Presidente João Goulart no dia 13 de março de 1964, na Praça da República, em frente à estação Central do Brasil. Cerca de 150 a 200 mil trabalhadores(as) participavam do comício, ao lado do Governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola.
