Trecho retirado da obra “O ano vermelho: A Revolução Russa e seus reflexos no Brasil”, publicada em 1967, e escrito pelo célebre historiador, cientista político, especialista em relações internacionais e militante marxista, Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira. SITUAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA NO FINAL DO PERÍODO COLONIAL E NO IMPÉRIO • ADEPTOS DE FOURIER EContinuar lendo “[MONIZ BANDEIRA] Sobre o início do movimento socialista no Brasil.”
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[NELSON WERNECK SODRÉ] Fichamento de “Síntese de História da Cultura Brasileira”, Nelson Werneck Sodré, 1983. Parte II. “2ª fase”.
Entre as peculiaridades do desenvolvimento histórico brasileiro, está o surgimento precoce de uma “camada intermediária entre a classe dos senhores (de escravos e/ou de servos) e a classe dos escravos e/ou dos servos, isto é, o aparecimento da pequeno burguesia antes do aparecimento da burguesia” (p. 23). Tal processo foi uma tendência em países e regiões cujo o desenvolvimento das relações capitalistas deu-se de forma tardia, e os elementos pré-capitalistas persistiram por mais tempo.
[NELSON WERNECK SODRÉ] Fichamento de “Síntese de História da Cultura Brasileira”, 1983. Parte I. “1ª fase”.
Somente para fins de explicação, o desenvolvimento da cultura brasileira pode ser dividido em três “etapas”: A primeira situa o momento da “cultura transplantada” que é anterior ao aparecimento da pequena burguesia no Brasil, a segunda, o momento da “cultura transplantada” que é posterior ao aparecimento da pequena burguesia no Brasil, e a terceira, que marca o “surgimento e processo do desenvolvimento da cultura nacional, com o alastramento das relações capitalistas” (p. 7).
* [NELSON WERNECK SODRÉ] Raízes históricas do Nacionalismo Brasileiro, 1959.
“Só os fenômenos cuja grandeza se traduz por semelhante generalidade e profundidade podem tornar-se divisores de águas. O Nacionalismo, no Brasil, atingiu tal magnitude. Cumpre, pois, analisar as suas raízes, uma vez que, na vida das coletividades, nada acontece por acaso, tudo tem o seu momento próprio e decorre de condições concretas.”
[ARTIGO] Cacique Juruna, Nova República e a luta histórica dos povos indígenas do Brasil.
Cacique Mário Juruna, batizado Mario Dzuruna Butsé, nascido no ano de 1943 em território indígena xavante próximo a Barra dos Garças, no Mato Grosso. Aos 17 anos, tornou-se Cacique e aos 28 já estava andando o Brasil denunciando os assassinatos, emboscadas e invasões de território que sua aldeia vinha sofrendo a mando de grandes fazendeiros. Foi defensor severo da demarcação de terras indígenas, fazendo diversas críticas à ineficiência da FUNAI na promoção de políticas aos povos originários.
[ARTIGO] Como os senhores de terra tomaram o poder. Breve histórico da dupla dependência brasileira.
Após a Guerra do Paraguai, de 1864 a março de 1870, o Império Brasileiro ganhou um novo e relevante agente em seu jogo político interno. Antes desta guerra, Dom Pedro I e Dom Pedro II se mostraram relutantes quanto ao investimento nas Forças Armadas do Brasil.
[JOÃO GOULART] Comício das Reformas, 1964.
Trecho extraído da íntegra do discurso histórico proferido pelo Presidente João Goulart no dia 13 de março de 1964, na Praça da República, em frente à estação Central do Brasil. Cerca de 150 a 200 mil trabalhadores(as) participavam do comício, ao lado do Governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola.
[NELSON WERNECK SODRÉ] “A farsa do neoliberalismo”, 1995.
“Fernando Collor foi uma espécie de Jânio mais jovem, mais audacioso e sem compromissos partidários, sem base política aparentemente nas forças organizadas, candidato avulso, com a singularidade de sua audaciosa proposta. Como o seu antecessor em política, propunha-se a acabar com a corrupção e, para início da tarefa, a combater a inflação.”
